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Artigo - Angela Debatin - mais uma fera brasileira - Parte II


Angela Debatin - mais uma fera brasileira - Parte II

Ângela Debatin
A fera brasileira fala francamente ao Treino Pesado


Saudações a todos.

Novamente estamos aqui em mais um bate-papo para atualizá-lo sobre o que tem ocorrido no mundo dos esportes com peso.

Mudando um pouco nosso foco de trabalho, estaremos a partir desta edição, trazendo entrevistas com alguns nomes famosos do nosso esporte, brasileiros ou não, feitas pelo próprio Treino Pesado. Exatamente, entrevistas inéditas, onde o assinante conhecerá melhor seu ídolo, não apenas no esporte (competindo, se preparando, treinando, etc.), mas no seu dia a dia, com questionamentos baseados no perfil do próprio assinante.

Em outras palavras, como é sua vida dentro e fora do esporte.

E como prometido em meu último texto, começamos esta iniciativa trazendo uma conversa franca e direta com um dos nomes brasileiros de maior repercussão nos EUA: A grande Ângela Debatin.

Já falamos sobre esta grande atleta em nossa última edição do ano de 2011 (edição 300). Agora, Ângela fala um pouco mais de si mesma, sua carreira esportiva, sua vida pessoal, sua trajetória como empresária do ramo nutricional e sua volta aos palcos no ano de 2012. Então, a concorrência e aos demais contrários ao projeto, lamento dizer que o Treino Pesado veio não apenas para ficar, mas para inovar cada vez mais, procurando sempre agregar e não denegrir e separar, como a grande maioria faz. E para nosso (a) querido (a) leitor (a), acomodo-se em seu lugar favorito e fique a partir de agora com a grande Ângela Debatin.

E claro, nossa velha frase... Vamos aos fatos!

(TP) Saudações Ângela.

Primeiramente gostaríamos de agradecer o tempo que está nos concedendo, visto que uma atleta de alto nível como você, deve ter uma imensa quantidade de compromissos além de uma agenda muito apertada. Bem, já falamos um pouco de você em outro artigo e gostaríamos de começar perguntando como sua família reagiu quando você se decidiu pelo fisiculturismo, visto que é um esporte ainda desconhecido pela grande maioria dos brasileiros e aqueles que já conhecem o mesmo, têm uma idéia totalmente equivocada e acabam por nortear suas mentes com muitos tabus e preconceitos.
(AD) O prazer é todo meu!

Obrigada pela oportunidade de poder falar mais a respeito do nosso esporte e levar mais informações e novidades a respeito da minha carreira.

De fato, no começo a minha família não aceitou bem quando comecei a treinar, mesmo antes de decidir ser fisiculturista. Ir para a academia todos os dias e fazer disso seu trabalho, ninguém aceitava, principalmente sendo mulher. Eu tinha o meu trabalho secular, mas passava o resto do tempo treinando. Como foi mencionado, a falta de informação, preconceitos e tabus ajudam a sociedade a nos julgar sem ao menos saber e se educar sobre o assunto. Para a grande maioria, tudo se resume em duas palavras (ou uma, pela falta de conhecimento): "Anabolizantes Esteróides".

(TP) Quando veio para a musculação competitiva, quais foram as dificuldades iniciais que enfrentou?

(AD) As dificuldades foram muitas e elas vieram de várias maneiras. Procurei patrocínios para me ajudar nas despesas de preparação e até mesmo para viajar e representar o Brasil no exterior, mas não obtive êxito. Esse sonho só foi realizado com a ajuda do meu namorado, que na época me deu toda a infraestrutura para competir. Recebi vários “NÃO” e por ai, eu já tive uma idéia do que iria passar lá na frente. A maior dificuldade não foi nada pessoal, mas aprender e saber lidar com pessoas que eu pensava estar do meu lado.7

(TP) Como vê hoje o início de carreira de um fisiculturista?

As coisas melhoraram um pouco, ou estão como eram antes?

(AD) Sempre foi e sempre será difícil, uma vez que ele (a) decida no coração e mente que é esse esporte que vai seguir.
Como profissão, todos nós sabemos que não existe como sobreviver apenas do fisiculturismo. Mesmo no profissional, a remuneração em dinheiro nos campeonatos é muito baixa e apenas os atletas de ponta e que estão num patamar muito mais elevado, conseguem fazer dinheiro. Não existe incentivo suficiente para quebrar esse preconceito contra o nosso esporte, pois, infelizmente, ele sempre será associado aos "anabolizantes". Mas, por outro lado, vejo que o incentivo maior vem por parte daqueles que REALMENTE amam o fisiculturismo e isso me deixa muito feliz. O Treino Pesado e um exemplo disso!

É incrível ver as pessoas se comunicando, trocando idéias, defendendo os nossos atletas, metendo bronca na mídia que só quer nos rebaixar.

É disso que precisamos!

Pessoas com atitude e que não mudam de lado, achando que o fisiculturismo acabou e agora o que dá dinheiro é fazer outra modalidade. Quer o meu conselho? Não faça nada!

(TP) Você já disse que no início da carreira profissional nos EUA, atletas, treinadores, juízes e dirigentes não valorizam muito os atletas estrangeiros. Até porque diferente de nós, americanos são extremamente patriotas e valorizam muito o que é seu.

E hoje, como este mesmo grupo a vê?

(AD) Você tem razão!

É como você começar do zero e esperar o tempo necessário em que eles comecem a prestar atenção em você. Falo isso como bodybuilder e por experiência própria. Existe uma "capa de proteção" e por mais que você esteja bem no palco, ainda não será o suficiente para superar uma atleta que já esteja em evidência. Mesmo você estando num nível físico superior, a decisão sempre favorecia a outra atleta. Mas isso nunca me abateu, pois, sabia que estaria competindo contra grandes nomes e eu estava apenas "começando" a minha carreira como profissional. Nunca desanimei e isso apenas me encorajava a competir mais, pois eu acreditava em mim e no meu potencial de vencer.

(TP) Ao vermos a história competitiva de nosso esporte, vemos batalhas que se tornaram clássicas, verdadeiras lendas como Arnold Schwarzenegger e Sergio Oliva, Coleman e Cutler além do fato que quase todo atleta tem um adversário (a) que o (a) faz ir ao limite?

Foi também seu caso? Você tem ou teve uma adversária que a fez ir ao limite?

(AD) No começo, eu ficava muito nervosa de estar no mesmo palco e competindo ao lado de grandes nomes como Iris Kyle, Yaxeni Oriquen, Dayanna Cadeau.

Eu as via mais com admiração do que como adversárias.

Posso dizer que a maior adversária era e ainda sou eu mesma!

No começo, eu queria chegar ao nível muscular delas de qualquer jeito e achava que nunca teria chances no palco. Eu me inferiorizava demais e não acreditava no meu potencial de trabalhar o meu corpo e tirar o máximo de proveito da minha genética. Parei de me preocupar com as minhas adversárias e o que me fazia e faz ir ao meu limite é me dedicar ao máximo ao meu objetivo e chegar no dia de subir ao palco e dizer: "Eu fiz o meu melhor!".

(TP) Falando ainda em adversárias, qual foi à adversária que mais a preocupou no momento de subir no palco?

(AD) Para falar a verdade, não tive nenhuma adversária que me preocupasse. Como eu já disse antes, eu competia contra mim mesma!

Eu sempre dou conselhos para que o atleta não fique pensando 100% no seu adversário na hora de se preparar ou competir. É claro que é importante saber dos nossos oponentes e assim corrigir e fortalecer os nossos pontos fracos, mas, sempre faça o seu melhor independente do seu adversário ser o mais "famoso" do planeta!

As coisas podem mudar no palco!

(TP) Ouvimos dizer aqui no Brasil que o Bodybuilding tem perdido um pouco seu prestígio e que muitos atletas têm passado por dificuldades financeiras nos EUA. Isto é verdade?

Como anda nosso esporte neste país?

(AD) O bodybuilding ainda tem algum prestígio nos Estados Unidos. Infelizmente, não como tinha alguns anos atrás, com certeza.

Outros esportes têm tomado conta da mídia como o UFC e as pessoas tem se identificado muito com esse segmento do esporte, que eu particularmente adoro e já venho praticando da modalidade do Muay Thay já por um ano. Já notamos nas principais revistas de musculação tais como MuscleMag, Muscle & Fitness entre outras, atletas de outras modalidades como Football, Wrestling, MMA, etc., fazendo o cover e menos bobyduilders. Existe uma idéia errada de que o atleta bodybuilder profissional vai conseguir sobreviver apenas competindo e ainda mais em outro País. Todos nós somos imigrantes e passamos pelo mesmo processo de visto para regularizar a nossa situação e poder assim, trabalhar legalmente. Não é fácil e muitos ficaram ilegais e para poder sobreviver e pagar contas, acabaram fazendo serviços que não significa que não fossem dignos, mas, longe daquilo que um atleta nos Estados Unidos se prestasse a fazer. Alguns voltaram, pois precisavam de cirurgia e não tinham plano de saúde. Não posso falar por todos é claro, vejo que muitos também deram certo, mas, não se pode sobreviver do esporte como única fonte de ganhar dinheiro.

(TP) Sei que é uma pergunta um tanto polêmica Ângela, mas temos observado que muitos atletas novatos, em questão de 2 ou 3 anos, estão chegando num patamar físico que o pessoal da velha escola em média demorava de 8 a 12 anos de treinamento árduo e sólido para chegar.

Lee Priest mesmo, com seu jeito polêmico, mas sincero, já disse em várias mídias que muitos atletas têm saído de um mundo tido até como seguro em relação ao uso de esteróides e partido para drogas alternativas. Alguns vão mais além ainda e tem chegado ao uso de drogas recreativas como cocaína, ecstasy entre outras coisas.

Isto tem ocorrido mesmo? Ou não passa de boatos e sensacionalismos para tentar denegrir nosso esporte?

(AD) É verdade!

É incrível como as pessoas querem resultados imediatos e isso é triste de ver. A minha escola sempre foi aprender que a alimentação é a base de tudo, seguido do treino, descanso e recuperação.

Quando vejo as pessoas com a lista de produtos que estão tomando e o dinheiro que se gasta em coisas totalmente supérfluas, eu pergunto “UAU! Você está usando tudo isso há tanto anos e cadê o resultado?”

Você falou uma verdade.

Não existe mais o treino com sabedoria e inteligência. Ninguém quer investir no tempo, mas em drogas que acreditam possuir a fórmula mágica e o corpo dos sonhos vai cair dos céus. Vejo mais e mais, garotos de 18 anos se machucando nas academias e estragando a saúde por falta de informação. Infelizmente, as pessoas estão sempre buscando algo mais que as faça continuar a atingir o patamar mais alto sem usar de discernimento e o resultado sempre será catastrófico seja com o uso de esteróides ou drogas recreativas.

Cada pessoa é responsável pelos seus próprios atos, mas quando representamos o nosso esporte, as pessoas esperam uma conduta e atitudes corretas perante a sociedade. O que fazemos na nossa vida pessoal e social, vai refletir na maneira das pessoas verem o nosso esporte. Existem atletas e "ATLETAS", pessoas que constroem um nome e outras que derrubam o nome do nosso esporte. Isso me deixa triste!

(TP) Como é sua linha de treinamento?

Você tem algum método específico que gosta como HIT, Heavy Duty, FST-7, Powerbodybuilding, DC Training, GVT, etc. ou não se prende a um método de treinamento específico?

(AD) Eu não me prendo a nenhum método específico.

Na verdade, eu comecei a treinar para ser powerlifter e para mim, foi à melhor escola para se tornar uma fisiculturista. Os três exercícios básicos (agachamento, levantamento terra e supino) são os mais importantes e completos. Gosto sempre de buscar novas técnicas e variar os exercícios quando estou fora de competições.

(TP) Poderia nos dizer Ângela como é sua divisão de treino?

Existe alguma diferença entre os períodos de off season e pre contest

(AD) No meu período off season eu treino todos os dias, apenas um grupo muscular.
Treino Muay Thay três vezes por semana e descanso no final de semana, mas eu sempre mudo minha rotina conforme a minha disposição.

Não sou tão rígida quanto a seguir um esquema, mas sempre tenho um plano e sei o que vou treinar quando vou para a academia.

Quando estou no pre contest, eu treino dois dias e descanso um.

Treino dois grupos na parte da manhã e complemento na parte da noite com abdominais, gêmeos e cardiovasculares.

Corto o meu treino de Muay Thay para apenas uma vez na semana apenas como parte do cardiovascular.

(TP) Ângela, ao vermos suas fotos, mesmo em off season, vemos um físico fantástico, muito bem trabalhado e com baixo percentual de gordura. Como é sua alimentação nos períodos não competitivos e como você lida com os chamados prazeres da gastronomia?

(AD) A minha alimentação não muda muito.

Continuo comendo clara de ovos, frango cozido e bastante legume. Adiciono pouco sal e condimentos pesados.

A única diferença no off season é que as vezes posso escapar e comer algo diferente, mas é difícil extrapolar e comer uma pizza inteira! Depois de tantas dietas seguidas, eu já criei essa disciplina que já faz parte do meu dia a dia. Mesmo quando estou no Brasil, a minha família já se acostumou a minha rotina e mesmo quando eu quero comer algo diferente, eles perguntam... “mas você pode comer?”.

Aproveito a minha estadia para estar com os amigos e saborear a comida brasileira. Tenho uma paixão pelas caipirinhas e não abro mão de tomar algumas de vez em quando.

Em minha opinião, eu também acho importante o atleta procurar se manter em forma, mesmo fora dos palcos. O nosso corpo é um cartão de visita e manter uma alimentação saudável é fundamental para nós que trabalhamos com o corpo o tempo inteiro.

(TP) Sabemos que você tem sua própria linha de suplementos e que são de altíssima qualidade. Poderia nos dizer um pouco sobre ela?

Tem intenções de comercializá-la aqui no Brasil?

(AD) Sim, a nossa linha de suplementos se chama BaDass Labs.

Nós escolhemos esse nome porque queríamos um nome que despertasse a atenção das companhias de suplementos.

Desde o começo da nossa sociedade, meu parceiro Mark e eu, prometemos um ao outro que faríamos apenas produtos top de linha que realmente funcionassem e que melhorasse a performance de qualquer tipo de atleta. O nosso primeiro e principal produto que estamos comercializando nos Estados Unidos é chamado Insane Pump, que têm sido um dos mais fortes e mais efetivos pre workout no momento. É um produto de alta tecnologia que está muito a frente dos concorrentes.

Todos que testaram pela primeira vez, já são consumidores fiéis. Isso inclui não só pessoas que apenas treinam, mas atletas de corrida, triatletas, lutadores, bodybuilders, e a lista vai embora!

Procuramos usar NCG e o real Beta Alanine que juntos são ingredientes caros, mas os resultados falam por si próprios.

Nós produzimos e criamos toda uma linha de suplementos necessários para ajudar as pessoas a atingir seus objetivos no campo da performance, treino e dieta, sendo elas atletas ou não. Todos podem ter acesso no nosso site .insanesupplements.com e no Facebook.

(TP) Como consegue conciliar sua vida pessoal, esportiva e de empresária?

(AD) Todos esses 3 fatores estão interligados.

Uma vez estando nessa área do esporte 24/7 (24 horas por dia, 7 dias na semana) fica fácil conciliar tudo!

Eu sempre digo que a academia é o meu escritório! A minha vida é o esporte! Não consigo ficar parada e sempre estou fazendo algum tipo de atividade mesmo fora da academia nos finais de semana.

(TP) Tem planos de voltar futuramente para o Brasil? Ou você já se naturalizou como cidadã americana, deixando o Brasil apenas para visitações a familiares e amigos?

(AD) No momento, não tenho planos, mas a gente nunca sabe o que vai acontecer no futuro. Já sou cidadã americana há 4 anos, mas é claro que continuo com a minha cidadania brasileira.

Nunca deixei o Brasil para trás, principalmente aquelas pessoas que me ajudaram nos momentos mais difíceis, aonde eu não tinha o suporte de ninguém. O carinho de pessoas como vocês do Treino Pesado e de todos os meus amigos e fãs, de pessoas que jamais tive oportunidade de conhecer, mas que mesmo assim me apoiam de longe, é muito emocionante para mim e isso funciona como gasolina para continuar a seguir com o meu trabalho e, sempre que puder, com a ajuda de Deus, poder retribuir no mesmo nível de amor e ajuda.

Agradeço por ter uma família que sempre está do meu lado e amigos sinceros.

(TP) Sabemos que você tem planos de voltar a competir agora em 2012. Já tem uma competição em mente? Se sim, como anda a preparação?

(AD) Sim, tenho planos de competir esse ano e se Deus quiser, em junho estarei nos palcos.

No momento, estamos para abrir uma loja de suplementos aqui em Orlando, Vitamin Planet. Ela será uma loja diferenciada e todos os amantes do fisiculturismo vão encontrar tudo o que vai existir de novo e exclusivo no campo dos suplementos!

Quero que todos venham nos conhecer e a nossa linha de pró-hormonais será exclusiva apenas para a nossa loja. Quero trazer grandes nomes do nosso esporte para participar dos nossos eventos que vamos realizar no futuro.
Estou me dedicando muito para a nossa loja, mas enquanto isso estou treinando para manter o meu físico em ordem e assim competir em Junho.

(TP) Você tem muitos fãs por aqui que sempre nos questionam sobre seu paradeiro e o que tem feito atualmente.

Gostaria de deixar uma mensagem para eles?

(AD) Moro em Orlando e atualmente como já disse e estou trabalhando com a nossa linha de suplementos no Brasil e Estados Unidos.

Tenho viajado para o Brasil para divulgar e fazer contatos e estamos com a loja de suplementos Vitamin Planet para abrir em breve. Garanto que todos vão adorar a loja e quero muito que todos do Treino Pesado venham nos visitar! Eu agradeço do fundo do meu coração por todo o carinho que todos no Brasil estão me dando durante todos esses anos! Apesar de ter ficado um pouco longe dos palcos, eu jamais me afastei do esporte que mais amo e faz parte da minha vida!

Nunca desistam daquilo que querem realizar na vida.

Nada vem fácil quando a gente realmente quer conquistar algo. Perseverança, humildade, disciplina, dedicação e amor.

Coloquem Deus em primeiro lugar nas suas vidas e tudo mais será acrescentado.

Bem amigo (a)s leitore (a)s, o que acharam?

Realmente uma entrevista dinâmica e numa linguagem bem brasileira, própria para o perfil de nossos leitores e leitoras.

Espero que tenham gostado. E como palavra final, nós do Treino Pesado é que agradecemos a você Ângela, pela disposição e carinho que teve para conosco, nos concedendo seu tempo e abrindo particularidades de sua carreira e de sua vida pessoal, desconhecida até então por muitos de seus fãs. E para mim, fica novamente a sensação não apenas de dever cumprido, mas o imenso prazer de ter entrevistado não apenas uma grande atleta, mas uma grande amiga.

Obrigado, do fundo do coração Ângela.

Abraços a todos, fiquem com Deus e até nosso próximo encontro.

 

 

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